Secretário de Educação foi o primeiro a descumprir decreto assinado por Cameli

Contradança

Horas depois de impresso, nesta terça-feira (17), o Diário Oficial do Acre com o decreto governamental que trata do conjunto de medidas para evitar a proliferação do coronavírus entre nós, o secretário de estado de Educação, Mauro Sérgio Cruz, foi o primeiro a se rebelar contra as medidas anunciados pelo governo.

Manutenção

Em mensagem enviada aos gestores escolares, via aplicativo de celular, Mauro Sérgio afirmou que as aulas nas escolas públicas estaduais estavam mantidas. “Solicitamos que comuniquem aos pais que nesta semana as aulas não serão suspensas”, dizia o texto.

Contramão

Ocorre que no decreto emergencial assinado por Gladson consta a proibição de realização de eventos com público superior a cem pessoas. Diz ainda o texto que “Os eventos esportivos, caso mantidos, deverão ocorrer sem a participação de público ou torcida”. Tudo para conter uma possível proliferação da covid-19.

Lógica equestre

Ora, se a ordem dada pela autoridade maior do estado é evitar a aglomeração de pessoas, as escolas não teriam de encerrar as atividades, já que um único turno na menor delas é suficiente para juntar pelo menos duas centenas de alunos e servidores da educação? A resposta é sim, tanto que após a confirmação dos três primeiros casos de infecção por coronavírus no Acre, o governo tratou de desfazer a trapalhada de Mauro Sérgio.

Contraordem

No começo da tarde, um representante do governo tratava de desdizer o secretário de Educação, em entrevista à Rádio Aldeia FM. Com participação ao vivo por telefone, o ‘porta-voz’ confirmava a paralisação dos estabelecimentos de ensino.   

À deriva

Ainda que corrigido, esse fato evidencia ainda mais a falta de um norte para o governo, em cujo staff cada um faz o que lhe der na telha. Pior para a imagem de Gladson, que desde os primeiros do dia do seu mandato se move sob o véu da dúvida em relação a quem, afinal de contas, manda na gestão estatal.      

Foto: internet

Sincronia

No âmbito do município de Rio Branco, a tropa da prefeita Socorro Neri (PSB) marcha unida. No final da manhã de hoje (17), a prefeitura organizou uma coletiva de imprensa, durante a qual Socorro esclareceu as providências que o município vai tomar contra a propagação da covid-19.

Incógnita

Especialista dizia ontem, na Band News, que o ciclo de prevenção contra o coronavírus pode durar até 12 meses. Isso significa que as campanhas eleitorais deste ano deverão ser afetadas pela pandemia, com público mínimo nos eventos partidários – ou até mesmo a sua proibição.

Ineditismo

Ao que tudo indica, teremos uma campanha eleitoral inédita no Brasil, com os candidatos mascarados em reuniões com pequenos grupos e a ação decisiva de marqueteiros e formadores de opinião a atuarem nas redes sociais.

Quem eles influenciam, afinal?

Aí alguém poderá concluir que o caminho para a vitória eleitoral seria contratar um digital influencer para cabalar votos na web. Ledo engano. A grande maioria dos que se tem notícia por estas bandas não entende patavinas de política.

Só Jesus na causa…

Site da cozinha do governador noticiou nesta terça que foi o deputado federal Jesus Sérgio (PDT) quem negociou o desbloqueio da BR-364, ocupada ontem por caminhoneiros e freteiros, na saída de Feijó. Eles protestavam contra as pesadas multas aplicadas pela Ageac contra o transporte de passageiros na região do Envira.

Atestado

Sem querer, o jornal passou mais um atestado de inoperância ao governo do Sr. Cameli.

Atchim!

Pelo que se escuta sobre as previsões do impacto do novo vírus na economia do país, a rapina perpetrada por Lula e seus 40 ladrões nos cofres públicos não passará de uma gripezinha de meia-tigela.  

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