Grupo de controle externo e Gaeco deverão investigar policiais penais

O promotor de Justiça Tales Tranin prometeu, na noite desta terça-feira (12), acionar o Grupo Especial de Atuação para o Controle Externo da Atividade Policial (Gacep) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre, para que apurem suposto contrabando de celulares, drogas e outros ilícitos para o interior do presídio Francisco d’Oliveira Conde por policiais penais.

Conforme revelado com exclusividade pelo site oacreagora.com nesta terça (leia aqui), policiais penais afirmam saber quem, entre eles, são os responsáveis pela entrada de entorpecentes e aparelhos celulares no presídio, neste momento em que as visitas foram suspensas por causa da pandemia.

Tranin, que atualmente é o titular da 4ª Promotoria Criminal de Rio Branco, falou com a reportagem pelo aplicativo WhatsApp.

“Vou encaminhar essa matéria para promotoria de controle externo da atividade policial que é a que tem atribuições agora para investigar e processar policiais penais. Vou encaminhar também para o GAECO”, escreveu.

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