Setor de serviços no Brasil recua 0,1% em agosto, segundo o IBGE

O volume do setor de serviços no Brasil recuou 0,1% em agosto em comparação com julho, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, há alta de 1,7%.

Em relação a agosto de 2025, houve alta de 0,6%. Em julho, o setor havia ficado estável (0,0%) na comparação com junho, e, nos últimos 12 meses, houve avanço de 2,2%.

Os dados integram a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (14). Em 2025, o setor registrou alta de 2,8%, quinto ano seguido de crescimento. A PMS monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais com 20 ou mais trabalhadores, excluindo áreas de saúde e educação. A próxima divulgação da PMS, referente a agosto de 2026, está prevista para 11 de novembro.

O ano de 2025 marcou o quinto ano consecutivo de crescimento do setor. A variação nula do volume em agosto resultou da queda em três das cinco atividades pesquisadas, sendo que apenas uma apresentou variação positiva.

O recuo de agosto foi puxado por outros serviços (-1,0%), transportes (-0,2%) e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%). A única atividade com aumento foi a de serviços prestados às famílias, que registrou alta de 2,1%, mantendo avanço consecutivo.

Mesmo com a queda de agosto, o setor de serviços permanece 19,9% acima do nível registrado em fevereiro de 2020, período pré-pandemia.

Frente a agosto de 2025, o volume de serviços cresceu 0,6%, seu 29º resultado positivo consecutivo. As variações setoriais foram: serviços prestados às famílias 2,1%. Alojamento e alimentação 2,6%. Outros serviços às famílias -1,4%. Serviços de informação e comunicação 0,0%. Tecnologia da informação e comunicação (TIC) 0,2%. Telecomunicações 0,1%. Serviços de TI 0,8%. Audiovisuais -1,2%. Serviços profissionais, administrativos e complementares -0,2%. Serviços técnico-profissionais -0,6%. Serviços administrativos e complementares 0,4%. Transportes, auxiliares e correio -0,2%. Transporte aquaviário 1,3%. Transporte aéreo 5,8%. Armazenagem e correio 0,5%. Outros serviços -1,0%.

Fonte: Metrópoles Brasil

Gostou deste artigo?

Facebook
Twitter
Linkedin
WhatsApp

© COPYRIGHT O ACRE AGORA.COM – TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. SITE DESENVOLVIDO POR R&D – DESIGN GRÁFICO E WEB