Reunião entre Gladson e MDB define: aliados sim, mas negócios à parte

Senta aqui!

O encontro entre o governador Gladson Cameli e a cúpula do MDB, ocorrido nesta terça-feira (14), em Brasília, estabeleceu a ‘retomada do diálogo’ entre o partido e o governo. A definição é do deputado estadual Roberto Duarte Jr., do MDB.

Condução tranquila

A ideia, segundo também afirmou o senador Marcio Bittar à coluna, é que as ações políticas do MDB não atrapalhem a condução do governo. “Sempre advoguei que o governo possa trabalhar com tranquilidade, e o encontro de hoje foi um gesto de boa vontade do partido em relação ao governador”, disse Bittar.

Alto lá!

Mas sabe-se, também, que o MDB tem suas reivindicações, e parte delas passa pela campanha eleitoral deste ano nos municípios, a exemplo de Brasileia. Os caciques emedebistas não querem Gladson dando fôlego aos adversários, como já ocorre na capital com sua inclinação em apoiar a prefeita Socorro Neri (PSB).     

Encarniçados

Por seu turno, Cameli gostaria de ouvir dos aliados que eles lhe darão uma trégua. Alguns deles, por vezes, agem de forma mais encarniçada que a própria oposição.

Vão ter que gastar saliva

Nada ficou definido no encontro, segundo me asseverou Roberto Duarte. Do que se conclui que outros ainda virão.

Ouriços

A nomeação do irmão do ex-deputado Ney Amorim (leia aqui) para cargo em comissão na Secretaria de Saúde (Sesacre) ouriçou o meio político. Sobretudo aquele composto por apoiadores de Gladson que continuam à espera de um milagre.     

Mais do mesmo

Nos grupos do aplicativo WhatsApp, o assunto trouxe à tona, mais uma vez, a gravação feita pelo governador no começo do ano passado, na qual ele, muito aborrecido, advertia  não querer saber de nomeação de ‘petistas’ no governo. Ouça:

Digitais

A propósito, este site revelou que as nomeações para a Sesacre, em plena pandemia, carregam, vez por outra, as digitais da Casa Civil. O governo não quis se manifestar, mesmo procurado.

Solidariedade

O colunista se solidariza com o advogado Luziel Carvalho, que teve sua pré-candidatura a prefeito de Rio Branco retirada de forma abrupta pelo Solidariedade. O vídeo gravado por ele, em que chora após saber da decisão, em frente à sede do partido, é o retrato fiel do desrespeito com o ser humano.

Foto: reprodução

Pernoite

Vi nesta terça, aliás, que Luziel acampou no partido, o que havia prometido fazer enquanto não lhe fosse dado o direito à ampla defesa.      

Nada a declarar

Mais triste foi ler a nota do Solidariedade sobre a decisão de rifar Luziel. Sem ter o que dizer, o partido recorreu à pandemia para justificar a rasteira.

Investigação das investigações

O Ministério Público do Estado (MPAC) vai investigar o porquê da protelação de 20 inquéritos policiais nas delegacias de Acrelândia sobre abusos sexuais contra crianças e adolescentes. Alguns datam de 2017.

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