Polícia Militar prende grupo por matar jovem e manter vítimas como reféns

Cinco suspeitos foram presos após uma ação da Polícia Militar que desarticulou um grupo investigado por homicídio, roubo e cárcere privado no Segundo Distrito de Rio Branco. A operação começou depois que moradores da Cidade do Povo denunciaram a invasão de uma residência, onde criminosos renderam a proprietária e roubaram um veículo modelo Peugeot 207. Em seguida, outra informação indicou que um homem havia sido colocado à força dentro do carro e levado em direção a um ramal.

Com base nas denúncias, equipes montaram um cerco na região. A Força Tática do 2º Batalhão acessou o local pelo Ramal Macarrão, enquanto a Rotam seguiu pela BR-364. O veículo foi interceptado em sentido contrário, com quatro suspeitos dentro. Durante a abordagem, os policiais apreenderam uma pistola calibre .40 com munições intactas e uma escopeta calibre 12, além de cartuchos.

Durante os primeiros levantamentos, os detidos indicaram onde haviam deixado o corpo da vítima. Pouco depois, os policiais localizaram Társis Hárife Soares Barros, de 26 anos, morto às margens do Ramal do Brás, com múltiplos disparos nas costas, tórax e cabeça. O Samu confirmou o óbito no local, e a área foi isolada para perícia, com remoção do corpo pelo Instituto Médico Legal.

As investigações iniciais apontam que a vítima foi mantida em cárcere privado antes da execução. A partir dessa informação, as equipes se deslocaram até um imóvel na Cidade do Povo, onde encontraram outro suspeito e localizaram uma mulher e a filha dela mantidas em cárcere. As duas foram libertadas sem ferimentos graves.

De acordo com a Polícia Militar, há indícios de que o crime tenha sido planejado, com divisão de funções entre os envolvidos. A motivação estaria ligada à disputa entre grupos criminosos rivais. Outros dois suspeitos conseguiram fugir e seguem sendo procurados.

Os cinco presos foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes, junto com as armas apreendidas e o veículo recuperado. O caso será investigado inicialmente pela Equipe de Pronto Emprego e, posteriormente, pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Foto: ac24horas

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