Operação apura peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa

O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta quinta-feira (22) que o afastamento de dez servidores da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) visa a extinção de ‘práticas delitivas’ e possível obstrução às investigações. A operação da Polícia Federal apura indícios de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Legislativo estadual.

Segundo o MPF, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos endereços de pessoas físicas e jurídicas em Rio Branco (AC) e um em Chopinzinho (PR), bem como nas dependências de setores administrativos da (Aleac).

O MPF diz ter detectado possível fraude nas informações constantes do Portal da Transparência da Aleac, além de pagamentos superiores ao teto a servidores e remuneração a servidores fantasmas.

“O segundo inquérito em trâmite apura indícios de crimes de corrupção ativa e passiva, além de suspeita de fraude em licitação, com o consequente recebimento de vantagens indevidas por parte da empresa P. N. AGUIAR E MAIA REPRESENTAÇÕES”, diz nota encaminhada pela assessoria do MPF no Acre.

“Um terceiro inquérito apura ainda a possível ocorrência de peculato e lavagem de dinheiro, tendo em vista possível desvio de recursos da Aleac por meio de contrato com a empresa MAIA & PIMENTEL, que estaria devolvendo parte dos pagamentos a servidores públicos”, acrescenta o texto.

O MPF informou ainda que as possíveis denúncias contra os investigados serão apresentadas após se esgotarem as investigações e análises das provas encontradas. O órgão não exclui a possibilidade de novas diligências para a instrução dos casos.

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