A nova maternidade de Rio Branco está prestes a sair do papel — e deve mudar o tamanho da rede de atendimento materno-infantil no Acre.
Na fase final da primeira etapa, a obra entra agora nos testes técnicos e nos últimos ajustes antes da entrega. O projeto é tratado pelo governo como um dos principais investimentos na saúde pública do estado.
Os testes em andamento envolvem sistemas elétricos, combate a incêndio, ar-condicionado, gases medicinais e portas automáticas. Ao mesmo tempo, equipes finalizam detalhes de pintura, esquadrias e elementos internos.

A estrutura já está praticamente concluída, com base de concreto, revestimentos, climatização, iluminação e demais instalações finalizadas.
A unidade foi planejada para operar em escala ampliada: serão cerca de 150 leitos, 16 salas de pré-parto, parto e pós-parto (PPP), sete salas cirúrgicas, além de UTI adulta e neonatal.
Na fase inicial, voltada ao atendimento ambulatorial e diagnóstico, a maternidade deve realizar cerca de 880 atendimentos por dia. Com o projeto completo, a capacidade pode chegar a 1.779 atendimentos diários.
O governador Gladson Camelí afirmou que a estrutura foi pensada para oferecer mais qualidade e segurança no atendimento a mães e bebês, além de reforçar a rede pública no estado.
Já o secretário de Saúde, Pedro Pascoal, destacou o impacto para pacientes do interior, que dependem da capital para atendimentos mais complexos.
Além da assistência, a obra também movimenta a economia. Atualmente, 74 trabalhadores atuam diretamente na construção, além de empregos indiretos gerados na cadeia de fornecedores.
