MPAC orienta mulheres sobre direitos e proteção contra a violência em ação na Cidade do Povo

MPAC orienta mulheres sobre direitos e proteção contra a violência na Cidade do Povo

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), participou, no último sábado, 31, da ação comunitária “Dia de Cuidar”, realizada no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Cidade do Povo, em Rio Branco. A iniciativa, promovida pela Igreja Intensidade do Leão, ofereceu atividades gratuitas de orientação, conscientização e atendimento à comunidade, com atenção especial a mulheres, crianças e adolescentes.

A ação reuniu diversos parceiros e contabilizou mais de 100 atendimentos. A coordenadora do CAV, promotora de Justiça Bianca Bernardes, acompanhou as atividades voltadas à orientação das mulheres sobre seus direitos, a Lei Maria da Penha, as medidas protetivas e os mecanismos disponíveis para prevenir e enfrentar a violência doméstica e familiar.

A atividade também foi uma oportunidade para apresentar os serviços do CAV, que oferece acolhimento, orientação e apoio às vítimas de violência, contribuindo para facilitar o acesso à rede de proteção.

“É fundamental que as mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda em situações de violência. A informação é uma ferramenta importante de proteção, e ações como esta permitem aproximar o Ministério Público da comunidade, orientar sobre os serviços disponíveis e incentivar a busca por apoio”, destacou a promotora de Justiça.

A programação contou ainda com atividades multidisciplinares destinadas a crianças e adolescentes, incluindo orientações e atendimentos realizados por profissionais de diferentes áreas.

Para o pastor André Magalhães, da Igreja Intensidade do Leão, a presença do MPAC contribuiu para ampliar o alcance da iniciativa e fortalecer a confiança da comunidade nos serviços de proteção.

“A participação do Ministério Público foi importante para orientar as mulheres da Cidade do Povo sobre a Lei Maria da Penha e apresentar o CAV como uma ferramenta de apoio e proteção. Também trouxe mais credibilidade à ação, especialmente em uma comunidade que ainda enfrenta dificuldades de acesso a iniciativas práticas de cuidado e proteção”, afirmou.

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