Imac faz ‘farra’ de diárias, diz denúncia; Portal da Transparência omite dados

Sinais de fumaça

O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, é apontado como promotor de um ‘festival’ de pagamentos de diárias no órgão. O maior favorecido, segundo denúncia feita à coluna, seria o próprio Hassem.

Viajante

Ex-prefeito de Epitaciolândia, ele tem dito a quem quiser ouvir que voltará ao cargo. Daí, talvez, as suas constantes viagens à região do Alto Acre aos finais de semana, sempre justificadas por alguma atividade ligada à instituição que preside.

Olha só que coincidência!

Tentamos falar com Hassem no começo da tarde desta sexta-feira (13), por meio do telefone (68) 3224-0485. O atendente informou que ele estaria em Brasileia, com regresso programado para a próxima segunda, dia 16. As ligações feitas para o seu celular, de número 9**86-**22, não foram atendidas.

Portal da obscuridade

Em relação à falta de informações sobre as despesas do órgão ambiental, relativas a 2019, o Portal da Transparência do governo suprimiu os dados – como tem feito também quanto aos gastos de outras secretarias estaduais, entre as quais a Casa Civil.

Resposta oficial

A coluna procurou a porta-voz do governo, Mirla Miranda, com um questionamento sobre o sumiço dos dados do Portal. Após consulta à Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), ela afirmou que a ferramenta de pesquisas apresenta problemas. E garantiu que os técnicos do governo trabalham para restabelecer o serviço.

Direito de resposta

Este espaço está aberto às manifestações do presidente do Imac.

Noves fora, zero

Que não se engane o (e)leitor quanto à proliferação das pré-candidaturas a prefeito de Rio Branco. Com as mudanças na lei eleitoral para o pleito deste ano, partido que não tiver candidato a prefeito como puxador de votos corre o risco de ficar sem assento nas Câmaras Municipais.

Pipoqueiros

Isso significa que alguns bravos postulantes à cadeira atualmente ocupada pela prefeita Socorro Neri devem pipocar antes mesmo de iniciada a campanha eleitoral.

Foto: reprodução

An passant

Em sua passagem pelo município de Tarauacá nesta sexta-feira (13), o senador Sérgio Petecão (PSD) concedeu entrevista à Rádio Difusora Acreana. Falou das atividades parlamentares que tem desempenhado como primeiro-secretário da Mesa Diretora do Senado. Afirmou também que o seu partido haverá de eleger pelo menos dois vereadores em Rio Branco.

Coquete

Segundo Petecão, ‘todos os partidos’ almejam Marfisa Galvão, esposa dele, como candidata a vice na chapa para a prefeitura da capital.

Humildade

A propósito, o senador do PSD não se ufana de ocupar cargo tão importante no Congresso Nacional, como já vimos amiúde por estas bandas. Vale lembrar que ele é responsável por administrar um orçamento de R$ 5 bilhões.

Fatos e versões

Apesar do discurso segundo o qual o governo não dispõe de recursos, o que mais se vê no Diário Oficial é assinatura de termo aditivo para reajuste no valor dos contratos firmados com prestadores de serviço.

Na cova dos leões

Informação que chega à coluna é que Lucas Gomes, recém-exonerado da presidência do Iapen, ficará sem o aparato de segurança pessoal a que tinha direito. Jogaram-no aos leões.

‘Filho’ de Davi

O meu colega e amigo Salomão Matos – um dos melhores repórteres com quem tive o privilégio de trabalhar – confirma sua disposição de concorrer a uma cadeira na Câmara de Vereadores de Porto Acre. Tem chance!

Foto: arquivo pessoal

Finório

Astuto como poucos, Salomão estudou a legislação eleitoral antes de escolher a sigla pela qual pretende disputar a eleição. Vai sair pelo MDB e dá como garantida uma vaga no legislativo municipal.  

Cadê o Ney?

Após caminhar sobre o tapete vermelho que lhe foi estendido por Gladson Cameli, o ex-deputado petista Ney Amorim acabou de escanteio. Seu nome nem sequer é cogitado para a disputa eleitoral deste ano.  

Pode isso, Arnaldo?

Há poucos meses do encerramento da atual legislatura, vereadores rio-branquenses seguem recebendo diárias para fazer curso no Rio de Janeiro.

Atrás da moita

A resistência de Gladson em apresentar uma candidatura do seu partido à prefeitura de Rio Branco pode facilmente ser explicada pelo receio de testar a própria popularidade nas urnas. Após 14 meses de mandato, Gladson está longe de ter a mesma aceitação de quando se elegeu, em outubro de 2018.

Tô fora!

Ao argumentar que precisa governar ao invés de fazer política, ele se esquivou da tarefa de pedir votos para um possível candidato do PP.

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