Albuquerque é o 3º alvo da insatisfação de Bolsonaro com Petrobras


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Almirante estava no ministério de Minas e Energia desde o início do governo. Presidente já trocou comando da estatal duas vezes
Reprodução Twitter

Almirante estava no ministério de Minas e Energia desde o início do governo. Presidente já trocou comando da estatal duas vezes

O almirante Bento Albuquerque, que  era ministro de Minas e Energia desde o início da presidência de Jair Bolsonaro e foi exonerado na manhã desta quarta-feira, é o terceiro nome do governo a cair em meio à críticas do presidente sobre a política de preços da Petrobras. 

Na segunda-feira, a estatal reajustou o preço do diesel nas refinarias em 8,87%. Este ano, o combustível já acumula alta de 47%. O preço da gasolina nas bombas também está em patamar recorde. 

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Em fevereiro do ano passado, também em meio a uma forte alta nos preços dos combustíveis, Bolsonaro demitiu o então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que estava no cargo desde o início do governo.  

E, em março deste ano, o substituto de Castello Branco, o general Joaquim Silva e Luna, foi demitido também em meio a críticas do presidente Bolsonaro à alta de preços da Petrobras.

Ele foi substituído por José Mauro Ferreira Coelho, ex-secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME).

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