Acre recebe R$ 1,4 milhão para reforçar combate a HIV/Aids e tuberculose

O Governo Federal destinou mais de R$ 1,4 milhão ao Acre para fortalecer ações de vigilância, prevenção e controle de doenças como HIV/Aids, tuberculose, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Os recursos foram autorizados pelo Ministério da Saúde e serão repassados ao longo do ano por meio do Fundo Nacional de Saúde.

O montante total reservado ao estado soma R$ 1.439.500, dividido entre estratégias voltadas às ISTs e ao enfrentamento da tuberculose. A maior parcela, no valor de R$ 800 mil, será aplicada em políticas relacionadas ao HIV/Aids, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis. Já R$ 639,5 mil terão como destino ações específicas de prevenção, diagnóstico e controle da tuberculose.

Os repasses ocorrerão de forma mensal, em parcelas proporcionais ao valor anual definido para o estado e seus municípios. O Ministério da Saúde destaca que a liberação dos recursos está condicionada à regularidade e atualização de sistemas nacionais de informação em saúde, como os bancos de dados de notificação e registro de óbitos e nascimentos.

Entre os municípios acreanos, Rio Branco concentra o maior volume de recursos para ações ligadas ao HIV/Aids e ISTs, com mais de R$ 200 mil por ano. Cruzeiro do Sul e Sena Madureira aparecem na sequência, com valores superiores a R$ 70 mil anuais cada. No combate à tuberculose, Cruzeiro do Sul e Rio Branco lideram os repasses municipais, seguidos por Sena Madureira.

Outras cidades também foram contempladas. Tarauacá receberá recursos tanto para ações contra ISTs quanto para tuberculose, enquanto municípios como Acrelândia, Porto Walter, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Feijó, Mâncio Lima, Xapuri e Santa Rosa do Purus terão valores distribuídos conforme o perfil de cada programa, com repasses anuais que variam entre R$ 12 mil e R$ 37,9 mil.

Os recursos integram o bloco de financiamento voltado à manutenção das ações e serviços públicos de saúde e têm como objetivo ampliar a capacidade de resposta do estado e dos municípios frente a doenças consideradas prioritárias pelo sistema público de saúde.

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