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Serial killer que matou 4 da mesma família aterroriza o DF e desafia a polícia

Parece história de Hollywood, mas os fatos se desenrolam no Brasil e mobilizam, nesta segunda-feira (14), as polícias do Distrito Federal e de Goiás: Lázaro Barbosa Souza, de 33 anos, é procurado por matar 4 pessoas de uma mesma família.

Cerca de 17 fazendas da região estão ocupadas por forças policiais para garantir a segurança da população. A informação é da Polícia Militar do DF: “As tropas estão no local fazendo o cerco”, assegurou a PM em nota.

Lázaro teria disparado 15 tiros contra policiais militares de Goiás em Cocalzinho, no último sábado (12). Os policiais dizem que, antes disso, ele feriu três proprietários de chácaras, roubando-lhes as armas.

Em seguida o “Serial Killer de Brasília”, como tem sido chamado nas redes sociais, furtou um carro e foi abordado por policiais militares. Mas conseguiu escapar, indo para uma área de matagal próximo a Edilândia, um povoado de Cocalzinho.

As quatro vítimas de Lázaro foram mortas na madrugada de quarta-feira (9). O empresário Cláudio Vidal de Oliveira, de 48 anos, e os filhos dele, Carlos Eduardo Marques Vidal, 15, e Gustavo Marques Vidal, 21, foram encontrados mortos em uma chácara na região do Incra 9, em Ceilândia. A esposa de Vidal, Cleonice Marques, 43, foi sequestrada, e seu corpo foi achado na tarde de sábado (12).

Ainda no sábado, Lázaro entrou em uma fazenda em Cocalzinho (GO), a cerca de 110 km da capital federal. O local pertence à família de um soldado da PM de Brasília. Quando o militar chegou em casa, Souza fugiu, levando o caseiro como refém.

Escondido em uma fazenda a 700 metros dali, ele baleou três homens que moram na propriedade rural. Dois dos feridos estão em estado grave, conforme reportou o UOL.

Policiais seguem atrás do suspeito. A ação é coordenada pelos policiais civis do Distrito Federal e reúne cerca de 200 agentes para capturá-lo.

O acusado já respondia por crimes de roubo e estupro na Bahia. Segundo o jornal O Povo, em 2013 ele foi preso, mas ganhou liberdade em março de 2016. O laudo psiquiátrico, da época em que ele tinha 26 anos, comprovou traços como agressividade, ansiedade e tensão, possibilidade de ruptura do equilíbrio, preocupações sexuais e sentimentos de angústia.

No Distrito Federal e em Goiás, moradores próximos à região em que os crimes ocorreram evitam sair de casa. Alguns postaram áudios e vídeos nas redes sociais falando de suas apreensões.

*Amaro Alves foi repórter de polícia até se aposentar, em 2009; vive atualmente em Belém (PA), de onde escreve com exclusividade para oacreagora.com

**Montagem sobre foto de Carlos Vieira/CB/D.A Press

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