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Maid: 8 motivos para assistir a minissérie


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Maid: 8 motivos para assistir a minissérie
Reprodução: Alto Astral

Maid: 8 motivos para assistir a minissérie

Quem é apaixonado por produções audiovisuais rápidas, como as minisséries, já deve ter assistido o novo fenômeno da Netflix: Maid. E se você ainda não deu play na série, prepare o emocional (e uma caixinha de lenços) porque vem chuva de lágrimas por aí!

A trama tem como protagonista Alex (Margaret Qualley), uma jovem mãe que decide fugir de casa de madrugada com sua filha Maddy (Rylea Nevaeh Whittet), de 2 anos, visto que seu namorado Sean (Nick Robinson) é violento. Embora nunca tenha a agredido fisicamente, ele abusava psicologicamente da personagem de Qualley.

A série tem batido recordes na Netflix! Segundo dados da plataforma, Maid ultrapassou a marca de O Gambito da Rainha e se tornou a minissérie mais vista do streaming. Lançada em 1.º de outubro, a produção já foi assistida por cerca de 67 milhões de pessoas. Sucesso!

Dessa forma, se você ainda não se convenceu de assistir à série, confira 8 motivos para dar play em Maid agora mesmo:

1- Baseado em fatos reais

Poucos sabem, mas a produção é baseada em uma história real. Os dez episódios da série são inspirados no livro “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, de Stephanie Land. A obra esteve na lista de mais vendidas do The New York Times.

Por ser uma trama real, após ver a minissérie, você não vai resistir à tentação de saber um pouco mais sobre a história e irá apelar ao livro.

2- Produção majoritariamente de mulheres

Segundo informações do site BGR, a série também ganha um super destaque pela produção, onde a grande maioria é composta por mulheres. A showrunner Molly Smith Metzler, três editoras, uma diretora de fotografia, a maioria dos roteiristas e quatro dos cinco diretores são mulheres e comandam a série por trás das câmeras. E quem assina a produção-executiva é a atriz Margot Robbie, a Arlequina dos filmes da DC Comics.

3- Violência não é só física

O seriado aborda, praticamente em todos os episódios, como a violência vai além da agressão física, focando nas agressões domésticas e psicológicas. Ao longo da série, Alex se vê presa em um relacionamento abusivo em que o namorado é alcoólatra e a agride psicologicamente.

4- A responsabilidade de ser mãe solo

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Após Alex fugir de casa, seu objetivo é conseguir estabilidade financeira e psicológica, colocando sempre em primeiro lugar o futuro da filha. A trama mostra como uma mãe sem apoio, até mesmo da família, precisa lutar agora por duas pessoas.

5- Empatia com o público

Diversos problemas que a protagonista vivencia encontram eco entre os problemas do próprio público. É praticamente impossível não se identificar nas questões de Alex em algum momento da trama, principalmente se o telespectador for uma mulher.

6- Sempre há tempo de recomeçar

As reações de superação face às adversidades que Alex passa durante a série são um exemplo para que todas as mulheres em situações parecidas consigam se reerguer. O seriado mostra que, a cada conquista da personagem, outras mulheres também podem encontrar inspiração para reconstruir a vida.

7 – Histórias de bastidores

Na vida real, a atriz Andie MacDowell (Paula) é mãe de Margaret Qualley. O desejo de trabalharem juntas surgiu durante os primeiros meses de pandemia, mas, longe dos holofotes, a relação entre às duas é bem mais tranquila do que na minissérie. Destaque da minissérie, a pequena Rylea Nevaeh Whittet também se aproximou bastante de Margaret, sua mãe em Maid. Ambas passaram vários fins de semana passeando juntas para criar a ligação especial que tanto tem cativado quem acompanha a história.

8 – O poder da escrita

Tanto o livro quanto a minissérie são incríveis para mostrar o quanto a escrita pode ser um elemento importante de empoderamento feminino, não só para registrar pensamentos e emoções, mas como um exercício valioso de autoconhecimento.

Lembre-se: se você é vítima de violência doméstica e abuso psicológico, as denúncias podem ser feitas na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Casas da Mulher Brasileira ou na Defensoria Pública. Os números são o 190 (Polícia Militar) e 180 (Central de Atendimento à Mulher).

Fonte: IG Mulher

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