Familiares de Juliana Chaar cobram julgamento de acusados após um ano

Um ano após a morte de Juliana Chaar Marçal, de 36 anos, assessora jurídica do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), a família da vítima instalou um outdoor na Avenida Getúlio Vargas, em Rio Branco, para cobrar o julgamento dos acusados. Juliana foi atropelada na madrugada de 21 de junho de 2025 por uma caminhonete. As investigações se iniciaram após a Polícia Militar atender a uma ocorrência de disparos de arma de fogo em via pública. Na ocasião, o advogado Keldheky Maia, que acompanhava a vítima, foi preso, mas posteriormente liberado. Diego Luiz Gois Passos, apontado como motorista da caminhonete, teve a prisão decretada dois dias após o crime. Ambos respondem ao processo em liberdade provisória.

Em entrevista ao G1, Vandré Prado, primo da vítima, explicou que o outdoor tem como objetivo preservar a memória de Juliana e reforçar o pedido de que o caso seja concluído na Justiça. Segundo o advogado, a ausência de julgamento após um ano intensifica a sensação de impunidade entre os familiares.

“A gente vive um momento onde tantas mulheres morrem todos os dias vítimas de violência e a gente não gostaria que a Juliana fosse mais uma”, afirmou Vandré. Ele também disse que a família mantém confiança no trabalho da Polícia Civil e do Poder Judiciário, mas considera imprescindível uma resposta mais rápida da Justiça.

“O outdoor é uma forma de manter viva a lembrança de Juliana e demonstrar que a família continuará acompanhando o andamento do processo até que haja julgamento dos acusados”, concluiu o advogado.

Gostou deste artigo?

Facebook
Twitter
Linkedin
WhatsApp

© COPYRIGHT O ACRE AGORA.COM – TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. SITE DESENVOLVIDO POR R&D – DESIGN GRÁFICO E WEB