Acre perde posição no ranking de renda e supera apenas Ceará e Maranhão

O rendimento domiciliar per capita no Acre chegou a R$ 1.392 em 2025, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do crescimento de 9,5% em relação a 2024, quando a média foi de R$ 1.271, o estado passou a ocupar a terceira pior colocação no ranking nacional.

O resultado mostra que, mesmo com avanço nominal, o Acre perdeu uma posição na comparação com os demais estados. Hoje, aparece à frente apenas de Ceará e Maranhão, que registrou o menor rendimento do país, com R$ 1.219.

A média nacional ficou em R$ 2.316 em 2025, bem acima do índice acreano. No topo da lista estão o Distrito Federal, com R$ 4.538, seguido por São Paulo (R$ 2.956) e Rio Grande do Sul (R$ 2.839). Também aparecem entre os maiores rendimentos Santa Catarina, Rio de Janeiro e Paraná.

Na faixa intermediária estão estados como Minas Gerais, Mato Grosso, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Já na parte inferior da tabela, além do Acre, figuram Pará, Alagoas, Bahia, Amazonas, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Sergipe, Amapá, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Tocantins.

Os dados são calculados a partir da PNAD Contínua, que considera a soma dos rendimentos de todos os moradores de um domicílio dividida pelo número de pessoas que vivem na residência.

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